quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Product placement: case de “House of Cards, da Netflix

A Netflix é uma empresa norte-americana que oferece um serviço que permite acesso ilimitado a filmes e séries de TV, mediante pagamento mensal fixo. Este serviço, que chegou ao Brasil em 2011, vem conquistando cada vez mais usuários, em grande parte devido ao esforço da empresa em produzir conteúdo próprio e de grande qualidade. E hoje falaremos sobre o maior sucesso da Netflix no momento.
No início 2012, a Netflix lançou a série House of Cards, um drama político estrelado pelo premiado ator Kevin Spacey. Desde o seu lançamento, a série foi sucesso absoluto de crítica e de audiência. “House of Cards” foi a série mais assistida da Netflix, considerando a quantidade de espectadores e o total de horas assistidas, segundo Ted Sarandos, vice-presidente de conteúdo da Netflix. De acordo com ele, a série custou US$ 78 milhões para ser produzida, algo em torno de US$ 3 milhões por episódio, segundo o site AllThingsD. Porém, há boatos de que este número possa ter chegado a US$ 100 milhões.
Product placement: case de House of Cards, da Netflix
House of Cards
Tal popularidade pôde ser constatada em todos os países em que a série foi exibida. Um público enorme para uma série produzida apenas para a internet, diga-se de passagem. Fato este que indica como os hábitos de consumo de conteúdo estão mudando nestes últimos anos. E junto com esta mudança, mudam-se também os costumes das empresas anunciantes e suas estratégias de marketing.
A seguir, comentaremos sobre o case de product placement de “House of Cards, da Netflix.

 O que é product placement?

Propaganda é algo bem comum para todos nós. E em se tratando de entretenimento, ela está em tudo que assistimos, seja em novela, seriado, filme, vídeos no Youtube, programas de TV etc. E um dos tipos de propaganda que mais ganha espaço nos dias de hoje é o product placement. Uma forma de anúncio muito discreta e pouco invasiva, que insere o produto ou marca dentro do contexto de uma cena ou enredo do filme, seriado, novela etc.
O product placement pode ser categorizado como uma das ferramentas utilizadas pelo Marketing Invisível, onde o espectador vê a marca ou produto em determinada cena de um filme ou série sem a intrusão de um anúncio direto e inconveniente naquele momento. É uma forma de anúncio mais simpática, digamos assim.

Product placement em House of Cards

A série House of Cards da Netflix é um exemplo de super produção que se utilizou bem desta estratégia para arrecadar investimentos para a produção de todo o conteúdo. Durante a trama, podemos ver em inúmeras cenas a inserção quase “silenciosa” de produtos e marcas, sempre dentro do contexto da história, sem uma propaganda direta ou desnecessária te chateando.
É bem provável que você que acompanha a série desde o início já tenha deixado passar algumas propagandas simplesmente por não perceber que elas estavam lá. Duvida? Vamos ver a seguir alguns exemplos de merchandising efetuado nas cenas de House of cards. Veja se você se lembra de algum deles! Confira:

Apple

A Apple talvez seja a marca que mais produtos mostrou ao longo da primeira temporada de House of cards. Ao longo dos 13 episódios, a marca incluiu diversos produtos em cenas importantes da trama, como iPads, iPhones, iMacs e Macbooks. Como podemos ver nas cenas abaixo, onde personagens-chave da série utilizam os produtos da empresa da Maçã.

iPhone

Product placement: case de House of Cards, da Netflix
iPhone

iPad

Product placement: case de House of Cards, da Netflix
iPad

iMac

Product placement: case de House of Cards, da Netflix
iMac

Macbook

Product placement: case de House of Cards, da Netflix
Macbook
Este product placement pode ser conferido em inúmeras cenas, onde praticamente todos os protagonistas possuem um iPhone para se comunicarem. E acredite, eles fazem isso muitas vezes, com belos takes que mostram os aparelhos e o seu mundialmente famoso logo da maçã.
As imagens acima são apenas alguns poucos exemplos de tudo o que podemos encontrar envolvendo o product placement da Apple em House of cards. Uma marca que teve uma exposição absurda da super produção da Netflix.

Coca-Cola

A marca americana de bebidas aparece em diversas oportunidades durante a série. Sempre em anúncios casuais de restaurantes e bares, exatamente como podemos encontrá-los na vida real. Este é um dos meus product placements favoritos da série, que mostra a marca de forma chamativa, porém bem natural.
Product placement: case de House of Cards, da Netflix
Coca-Cola

Sony

A Sony, a exemplo do que fez a Apple, aproveitou a série para divulgar mais de um de seus produtos, como podemos ver nas imagens abaixo.

Playstation

Aqui temos uma cena curiosa. No mesmo product placement que mostra o protagonista Kevin Spacey jogando seu Playstation 3 em um momento de descontração, podemos ver uma TV Sony e, também, o game Killzone para PS3. Um verdadeiro combo de anúncios “escondidos” em uma mesma cena!
Product placement: case de House of Cards, da Netflix
Playstation

PS Vita

Em uma das cenas da trama, onde temos, talvez, a propaganda mais descarada de todas, Frank Underwood encontra um aparelho eletrônico sobre a mesa e pergunta ao Deputado Peter Russo: “Isso é um PS Vita? Quais jogos ele possui?”. A resposta vem mais do que imediatamente: “Todos!” Bem sutil, não? rs


Product placement: case de House of Cards, da Netflix
PS Vita

Blackberry

Em terra de iPhone, podemos dizer que o Blackberry também teve o seu destaque. Na série, ele aparece algumas vezes com certo destaque. Mas no fim das contas, foi ele quem acabou tendo o maior destaque entre todos os outros produtos, figurando como único objeto da última cena da primeira temporada da série.
Product placement: case de House of Cards, da Netflix
Blackberry

Nike

Por mais de uma vez, podemos ver o protagonista Frank Underwood praticando esportes com material esportivo Nike (camisa, tênis). Estratégia esta que inclui de forma natural os produtos da empresa, sem que haja uma propaganda destoante ou inconveniente durante a série.
Product placement: case de House of Cards, da Netflix
Nike

LG

As TVs foram muito utilizadas para a realização de product placement nesta série. Como vimos acima, a Sony se utilizou deste veículo para divulgar sua marca. Já na imagem abaixo, podemos ver a LG estampando sua marca em outro televisor.
Product placement: case de House of Cards, da Netflix
LG

Samsung

E a exemplo das duas fabricantes de televisores mencionadas acima, a Samsung também veiculou sua marca por meio de uma TV, com sua marca aparecendo discretamente abaixo de uma imagem importante da série.
Product placement: case de House of Cards, da Netflix
Samsung

Canon

Este é um dos casos de maior apelo para divulgação de uma marca em toda a série. Pela imagem abaixo podemos ver o tamanho do close dado à câmera que Claire Underwood está usando no parque. Quase não deu pra perceber a marca, né? rs
Product placement: case de House of Cards, da Netflix
Canon

Ray Ban

Os óculos Ray Ban fazem parte da personalidade de Claire Underwood, que desfila com vários modelos da marca ao longo dos 13 episódios da primeira temporada de House of Cards. Este talvez seja um dos produtos que teve divulgação mais discreta de toda nossa lista.
Product placement: case de House of Cards, da Netflix
Ray Ban

WaterRower

Este também é um produto que aparece bastante na série. E quase sempre ao mesmo tempo em que os materiais esportivos da Nike. E fazem tanto sentido juntos que quase não percebemos a propaganda das marcas ali.
Product placement: case de House of Cards, da Netflix
Waterrower
Achou que acabou? Ainda não! A série de maior sucesso da Netflix ainda conta com outras tantas propagandas subliminares, como das marcas de alimentos “Honey Bunch of Oats” e “Skim Plus milk”, da marca de sapatos Louboutin e da rede de TV norte-americana CNN.

Tudo em excesso incomoda

É bem verdade que alguns dos ”merchans” feitos em House of Cards poderiam ter sido melhor encaixados no contexto da história, ou mesmo melhor espaçados de uma cena para outra. Um bom exemplo disto é o excesso de produtos Apple cometido na imagem abaixo, destacada pelo pessoal do Engadget. Nela podemos encontrar 9 aparelhos da marca, veja:
Product placement: case de House of Cards, da Netflix
Certamente cometeram um excesso nesta cena, disso ninguém discorda. Mas o fato é que a equipe da Netflix foi competente em conseguir ações de marketing de marcas mundialmente famosas antes mesmo da série ir ao ar. O que, em nossa opinião, foi um grande feito, visto que não se sabia o tamanho da audiência que ela poderia alcançar. Isto sem mencionar o teor político da série, que poderia ter afugentado alguns patrocinadores, mas que, como pudemos observar, não aconteceu. Ponto pra Netflix!
E a estratégia da equipe de House of Cards/Netflix seguiu com sua ousadia, conseguindo captar recursos até mesmo com empresas de certa forma concorrentes, como Apple e Blackberry. Dando uma prova de que, se bem gerenciados, produtos e marcas semelhantes podem coexistir em uma super produção com sucesso.

A motivação

Outro ponto importante a salientar é que a Netflix, pela natureza de seu negócio, não veicula intervalos comerciais em sua programação. Desta forma, a empresa deve enfrentar certas dificuldades para captar os mesmos recursos financeiros que as emissoras de TV, por exemplo. Fato este que faz com que ela precise investir na captação de recursos de forma criativa para manter sua operação milionária no ar.
Porém, não há nenhuma informação oficial de que haja uma relação comercial estabelecida entre as marcas mencionadas e a Netflix. A própria empresa se recusa a comentar sobre o assunto. Natasha Lomas, repórter do TechCrunch, comenta em seu artigo sobre as investidas para conseguir informações sobre product placement na Netflix, sem sucesso.
Por outro lado, em sua postagem no site Engadget, Sharif Sakr afirmou ter conversado com algumas pessoas da produção da série, que afirmaram ter recebido os produtos Apple para as gravações da série e que, por isso, os diretores resolveram dar mais destaque aos produtos como forma de agradecimento.
Eu, particularmente, duvido um pouco desta versão. Afinal, no mundo do business nada é por acaso e, muito menos, de graça. Mas, pra mim, product placement feito de forma correta não atrapalha em nada a qualidade de um filme ou série. Pelo contrário, ele contribui para que novos produções possam surgir com cada vez mais qualidade.
E você, o que pensa desta estratégia de marketing? Concorda ou discorda? O product placement te incomoda de alguma forma? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

III Seminário Empresarial Inovação e Competitividade



Capacitar, inovar e tornar o pequeno empreendedor mais competitivo. Este é um dos principais objetivos do III Seminário Empresarial "Inovação e Competitividade", que será realizado no próximo dia 5 de setembro, no auditório da FTC (Faculdade de Tecnologia e Ciências), em Itabuna.

O encontro, promovido pela Ampesba (Associação das Micro e Pequenas Empresas da Bahia), está previsto para começar às 14 horas. O professor e consultor empresarial, Danilo Reis, abre a programação de palestras, falando sobre "Crédito, Inovação e Capacitação".

Em seguida, a empresária e prefeita de Una, Diane Brito Rusciolelli, vai fazer uma explanação sobre "Desenvolvimento Sustentável Local". Na oportunidade, ela vai relatar experiências e dar dicas sobre a sustentabilidade dos pequenos negócios.

"Transforme suas ideias em ações e suas ações em resultados". Eis o tema da palestra motivacional do professor João Carlos Oliveira, de Curitiba. Aliás, este promete ser o ponto alto do seminário.

O presidente da Ampesba, Valdir Ribeiro, assegura que é uma palestra fantástica e que gostaria que todos participassem. Ribeiro destacou a importância do evento para a região.

“Vale muito a pena discutir esses temas, é um oportunidade de levantar a autoestima do nosso empreendedor, tanto daqueles que já estão no mercado atuando, como dos que pretendem chegar e montar a sua estrutura empresarial", incentiva.

O professor Ary Melo Mariano Filho, da Uesc, fecha o ciclo de palestras, discorrendo sobre "Marketing Digital".



No vermelho

Valdir informou que outra proposta do seminário é despertar nos pequenos e microempresários o interesse em ganhar espaço na área financeira, gerando, consequentemente, mais empregos. "Queremos proporcionar conhecimento, motivação e perspectivas de bons negócios aos nossos empreendedores, não apenas de Itabuna, mas de todo o sul da Bahia", salientou.

Ele diz estar preocupado com a brusca queda da geração de empregos, registrada nos municípios de Itabuna e Ilhéus. "No último semestre fechamos no vermelho. Então, toda e qualquer iniciativa, seja ela privada ou do setor publico, se faz necessário que aconteça. Só para se ter ideia, de cada 10 empregos gerados nos últimos meses no Brasil, nove foram nos pequenos negócios", relatou.

Dados da Associação apontam que, a cada 10 empresas estabelecidas ou que venham a se estabelecer na região, 98% são de pequeno porte. "As pequenas empresas nascem todos os dias na Junta Comercial e na Receita Federal. E temos que trabalhar para que elas não desapareçam tão cedo, mas que venham a crescer. Há quem diga que, de cada 10 empresas grandes, seis nasceram pequenas", avaliou.

São parceiros do Seminário Empresarial a Cia. Júnior (Empresa de Consultoria da Uesc), ADM Júnior, FTC, Prefeitura Municipal de Itabuna e Sebrae.  
As inscrições já estão abertas e o investimento é de R$ 25. Mais informações pelos telefones (73) 8825-5181/9178-3694.

FONTE: Ampesba - Itabuna

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Discurso do presidente Ercílio Santinoni na X Convenção Nacional

 
Saudação às autoridades.
Em nome de vocês saúdo todos os líderes, amigos e amigas da micro e pequena empresa e empreendedores individuais do Brasil, que aqui representam hoje 24 estados brasileiros.
Registro a grande alegria de estar novamente no estado do Espírito Santo, do qual recebi o título de cidadão benemérito, aprovado pela Assembleia Legislativa, em 2008.
Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe pra onde ir. Sêneca
Essa é uma grande verdade, escrita pelo advogado, escritor e filósofo Sêneca, que nasceu perto de Roma no ano 4 antes de Cristo e viveu até o ano 65, um dos mais proeminentes intelectuais da sua época, reconhecido pela sua obra ao longo da história.
Hoje, olhando para os anos 70, quando iniciamos no Brasil o movimento em defesa da micro e pequena empresa, podemos perceber que os ventos nos foram favoráveis porque nós sabíamos onde queríamos ir.
Nosso primeiro passo foi a união, a organização em associações e organizações. Sem isso, hoje não teríamos um movimento cada vez mais forte, atuante e representativo.
Os passos seguintes foram dedicados a vencer o preconceito com os pequenos negócios. Um segmento gigante e essencial à economia e ao desenvolvimento do país, que, no entanto, sem união, organização e mobilização, é um setor sem voz, limitado à padaria da esquina, a sapataria do João, a oficina do Jorge, o salão de beleza da Maria, a lojinha da Márcia e assim por diante.
Naquela época ninguém falava da microempresa como um setor da economia e da sociedade. Não se sabia que somados representávamos mais de 60% dos empregos no país, que éramos e somos mais de 90% das empresas brasileiras, responsáveis por mais de 20% do Produto Interno Bruto do Brasil.
Ninguém falava que é na micro e na pequena empresa que ocorre a maioria do primeiro emprego e também a grande maioria dos empregos para os mais experientes, na melhor idade.
Um dos nossos primeiros passos foi o reconhecimento de que a micro e pequena empresa fosse reconhecida como importante, fundamental para o desenvolvimento.
Das primeiras associações fundadas, e aqui temos representantes de algumas delas, nos estados da Bahia, Santa Catarina, Paraná e outros, até a Constituição de 1988 transcorreu quase uma década de mobilização e organização do movimento nacional. Finalmente, em 5 de outubro daquele ano o Brasil ganhou a sua Constituição Cidadã, não por acaso a primeira que reconheceu a micro e pequena empresa como importante e fundamental para o Brasil.
Os artigos 170 e 179 colocaram na Carta Magna da República a micro e a pequena empresa.
No dia 12 de abril de 1990 o Cebrae, com “C”, então um órgão de governo, passou a Sebrae, com “S”, o Serviço Nacional de Apoio à Micro e Pequena Empresa, um passo firme em direção ao futuro. O Sebrae tem sido um parceiro importante do movimento, ao longo desses anos.
O Sebrae, em conjunto com as associações, federações, sindicatos e a Conampe, tem contribuído para a formação e a qualificação dos empreendedores da microempresa e empreendedores individuais. Sem essa qualificação nossos empresários dos pequenos negócios também se lançam na caminhada sem saber aonde ir, ou seja, quem não sabe para onde vai nunca chegará a algum lugar, por mais obstinado que seja na sua luta e no seu trabalho.
Depois do reconhecimento na Constituição lutamos pelo Simples. 11 anos depois, em 5 de outubro de 1999, foi assinada a lei 9.841, instituindo o 1º Simples Nacional e o Fórum Permanente das MPEs.
Vieram as mudanças, em 2006.
Continuamos querendo mudanças no Simples, queremos a RedeSim, redução da burocracia (redução de fato, não de discurso, de mídia), queremos o acesso real ao crédito, que realmente existe hoje, porém é apenas um sonho para o empreendedor individual e o empresários da microempresa.
Na história do movimento precisamos registrar a importância do estado do Espírito Santo.
Um estado que tem no seu governador, Renato Casagrande, um defensor da micro e pequena empresas e empreendedor individual. Foi ele, então no Congresso Nacional, o autor da emenda que criou o Super Simples.
Que tem a Aderes, Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo, brilhantemente dirigida pelo companheiro Pedro Rigo, com o seu centro de capacitação de empreendedores, microcrédito de acesso real a quem precisa.
Estado que tem a Lei Geral.
Não por acaso, é do Espírito Santo o menor índice de mortalidade de microempresas em todo o país.
O Espírito Santo tem sido parceiro permanente da Confederação Nacional, a Conampe.
A Conampe também tem feito a sua parte.
Atendendo a decisão da nossa reunião de lideranças, no começo do ano, nos fortalecemos ainda mais em 2013.
Estamos com a nossa sede nacional em Brasília, a disposição de todos: Edifício Torre do Pátio Brasil – SCS – Quadra 7 – Bloco A – nº 100 – Salas: 1322/1324.
Essa é a casa dos empresários da micro e pequena empresa e empreendedores individuais na capital do país. Quando forem a Brasília, visitem e utilizem da nossa estrutura montada para o nosso movimento.
Nosso planejamento de ampliação da comunicação e prestação de serviços às entidades do sistema Conampe está sendo cumprido. Ampliamos nossa assessoria. Hoje temos três consultores, em condições de ampliar nossa participação nas redes sociais, na internet e nos meios de comunicação, auxiliando nossas entidades e líderes nesse processo.
Já adianto que esses assuntos de comunicação podem ser, desde já, tratados no e-mail imprensa@conampe.org.br e também nas mensagens in box da fan page da Conampe – www.facebook.com/sistemaconampe.
Aliás, convido a todos a visitarem a nossa página no Facebook, a curtirem a página e acompanharem, todos os dias, as notícias e informações que estão sempre atualizadas.
Vocês poderão ter acesso, por exemplo, em tempo real, a fotos e informações sobre a nossa X Conferência Nacional.
Fotos, muitas fotos, estão lá, disponíveis para todos.
Ontem debatemos na nossa reunião de lideranças a pauta do movimento. Participaram representantes de 24 estados brasileiros e a voz de cada um foi altiva e forte, revelando o pensamentos dos nossos irmãos de Norte a Sul, de Leste a Oeste desse Brasil continente.
Reafirmamos ontem o queremos, onde queremos chegar, o que precisamos para a competitividade das nossas empresas.
Algumas das nossas lutas foram estabelecidas claramente:
1 – Eliminação das substituições tributárias para as MPEs.
2 – Alteração da Lei Geral (há vários pontos que precisamos ajustas e avançar, dentre eles a atualização automática dos limites de faturamento pelo INPC).
4 – Eficiência dos serviços públicos.
5 – Redução da burocracia em todos os níveis de governo (federal, estadual e municipal).
6 – Criação do Simples Trabalhista.
7 – Fim da multa de 10% do FGTS.
8 – Redução da alta carga tributária nos municípios.
9 – Facilitação de crédito ao MEI (acesso efetivo ao crédito).
Decidimos que a bandeira da micro e pequena empresa será:
Por um Brasil, Estados e Municípios com menos impostos e encargos para a micro e pequena empresa!
Decidimos também realizar uma grande mobilização nacional, para a qual vamos precisar de todos que estão aqui nessa sala e nossos amigos e amigas em todo o Brasil, com a seguinte motivação:
Movimento nacional pelo fim da substituição tributária para as micro e pequenas empresas.
Cada um de nós que está aqui nesta manhã deve ter uma missão, um compromisso pessoal de trabalhar e lutar pela micro e pequena empresa e empreendedores individuais.
Sabemos o que queremos e aonde queremos chegar.
Vamos em frente com os ventos do entusiasmo, do trabalho e da fé a nosso favor.
Que Deus nos dirija, abençoe e proteja a micro e pequena empresa do Brasil!

Convenção de MPE reúne empreendedores do todo o País em Vitória

Discutir sobre a competitividade dos pequenos negócios e meios de fortalecer as micro e pequenas empresas no Brasil. Esse foi o objetivo da X Convenção Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais, que reuniu cerca de 600 pessoas, nessa quinta-feira (15) e sexta-feira (16), no hotel Sheraton, em Vitória.
O evento, realizado com apoio do Governo do Estado por meio da Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo (Aderes), teve a presença do governador, Renato Casagrande; do vice-governador, Givaldo Vieira; do secretário nacional de Racionalização e Simplificação representando a Secretaria Nacional das Micro e Pequenas Empresas, José Constantino de Bastos Junior; do presidente da CONAMPE, Ercílio Santinoni; do diretor-presidente da Aderes, Pedro Rigo, e autoridades, lideranças e convidados de vários municípios do Espírito Santo e de outros estados.
“Queremos ser o Estado do microempreendedor, a capital nacional do pequeno empreendedor, porque temos organização estadual, inovamos sempre na relação com esses empresários e vamos seguir, sempre, acreditando nessa categoria, que nos ajuda a construir um estado menos desigual, com mais oportunidades para todos”, afirmou o governador.
A Convenção discutiu temas que estão ligados ao dia a dia dos empreendedores da micro e pequena empresa, como informações sobre microcrédito, a força do associativismo como elemento de competitividade, as novas possibilidades do e-commerce, a necessidade de melhorar as ferramentas de gestão, além de acesso às informações sobre políticas públicas de tecnologia e inovação disponíveis para os pequenos negócios.
“O evento é uma oportunidade para que os empreendedores saibam um pouco mais das políticas de desenvolvimento para as micro e pequenas empresas. Nosso governo vem atuando em parceria com o setor, em prol de um crescimento econômico descentralizado, favorecendo todas as regiões do Espírito Santo, em atividades no campo e na cidade, permitindo que o nosso empreendedor tenha oportunidades de crescimento”, disse o vice-governador Givaldo Vieira.
Atualmente, as micro e pequenas empresas representam 98% do total de negócios regularizados no País, incluindo também os empreendedores individuais. No Espírito Santo, o número dos que deixam a informalidade cresce a cada ano. Até o final de maio, foram 183 mil estabelecimentos regularizados, segmento que representa 98% do total dos negócios. O setor tem gerado emprego e renda, o que contribui para a formação de profissionais, para redução da pobreza e também da criminalidade.
De acordo com o presidente da CONAMPE, que organizou o evento, Ercílio Santinoni, muitos empreendedores da micro e pequena empresa se fecham em seus negócios e perdem a oportunidade de aprender e trocar experiências, por isso, tornam-se obsoletos. “As informações correm num ritmo muito veloz e a inovação é um fator fundamental para não ficar para trás”, disse.
O diretor-presidente da Aderes, Pedro Rigo, destaca a importância do encontro. “Mais uma vez o Espírito Santo mostra a força dos pequenos negócios. O Estado tem hoje um ambiente favorável ao fortalecimento do empreendedorismo com a diminuição da informalidade e a criação de condições para as empresas crescerem e aumentarem as chances de sobrevivência dos pequenos empreendimentos”, finaliza.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

TST decide que empresas podem consultar SPC antes de contratar empregados

RIO – Uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconheceu o direito de consultar o SPC antes de contratar seus funcionários. A rede de lojas G. Barbosa Comercial Ltda, de Aracaju, no Sergipe, conseguiu evitar sua condenação por prática discriminatória e dano moral coletivo. A rede alegou que utilizar consulta a serviços de proteção ao crédito e a órgãos policiais e do Poder Judiciário no processo de contratação de empregados não é fator de discriminação, e sim critério de seleção de pessoal que leva em conta a conduta individual.
TST decide que empresas podem consultar SPC antes de contratar empregadosCom isso, a Segunda Turma do TST rejeitou o apelo do Ministério Público do Trabalho da 20ª Região (SE), que queria impedir a empresa de realizar pesquisa no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), na Centralização dos Serviços dos Bancos (Serasa) e em órgãos policiais e do Poder Judiciário com a finalidade de negar a contratação de empregados com pendências. O Ministério Público do Trabalho alegou no recurso ao Tribunal Superior do Trabalho que a decisão regional violou a Constituição da República e Lei, sustentando que a conduta da empresa seria discriminatória.
O caso teve início em novembro de 2002, quando uma denúncia anônima informava que a empresa adotava a prática discriminatória de não contratar pessoas que, mesmo satisfazendo os requisitos para admissão, tivessem alguma pendência no SPC. Um inquérito foi aberto e, na audiência, a empresa se recusou a assinar Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) para se abster de fazer a pesquisa, o que levou o MPT a ajuizar a ação civil pública. Na ocasião, a empresa foi condenada, na primeira instância, à obrigação de não fazer a pesquisa, sob pena de multa de R$ 10 mil por cada consulta realizada e, ainda, a pagar indenização de R$ 200 mil por dano moral coletivo.
A empregadora recorreu e alegou que o critério utilizado leva em consideração a conduta do indivíduo e se justifica pela natureza do cargo a ser ocupado, não se caracterizando discriminação de cunho pessoal, que é vedada pela lei.
Fonte: O Globo

Setor privado emprega 58% dos Administradores, 11% estão desempregados

O setor privado é o que emprega a maior parte dos profissionais formados em Administração, segundo revela pesquisa realizada pelo CFA (Conselho Federal de Administração), elaborada pela FIA (Fundação Instituto de Administração).

Mercado de trabalho de Administração

De acordo com o estudo, 58% dos profissionais trabalham em empresas privadas, sendo  a maior parte em grandes organizações (46%). As médias e pequenas empresas empregam 18% e 19% destes profissionais, respectivamente, enquanto que 17% trabalham em microempresas.
O setor público é responsável pelo emprego de 32% dos profissionais de Administração e 11%, revela a pesquisa, estão atualmente desempregados.
Setor privado emprega 58% dos Administradores, 11% estão desempregados
Satisfação e competências

O levantamento do CFA apurou ainda o nível de satisfação dos profissionais com a graduação em Administração.
Para 63%, o curso atendeu satisfatoriamente as expectativas. Outros 22% alegaram que o curso atendeu completamente as expectativas, 14% que a graduação não atendeu de forma satisfatória o que o profissional esperava e 1% que não atende em nada as expectativas.
Sobre as competências mais exigidas destes profissionais, a administração de pessoas e equipes é a mais citada, com 73% das respostas, seguida por administração estratégica, lembrada por 68% dos entrevistados, administração financeira e orçamentária (61%), visão ampla, profunda e articulada do conjunto das áreas de conhecimento (61%), administração de vendas e marketing (50%), e administração de sistemas de informação (49%).
Fonte: UOL Economia

E-book Como fazer Plano de Negócios – Lançamento!

Olá pessoal! A dica de hoje é o lançamento do segundo e-book lançado aqui pelo blog Sobre Administração. Como vocês já sabem, lançamos há quase um ano o e-book “Como fazer uma Monografia de Sucesso“, que foi um verdadeiro sucesso de vendas. A aceitação do público foi enorme, assim como o nível de satisfação com o material produzido.
Gostamos tanto da experiência que resolvemos lançar um segundo e-book, desta vez voltado para os empreendedores. E é com muito orgulho que apresento a vocês hoje o e-book “Como fazer plano de negócios“. Um e-book dedicado exclusivamente a todos aqueles que precisam criar um plano de negócios para sua empresa, mas que não sabem por onde começar e nem porque utilizar este importante documento.

Como fazer Plano de Negócios

Este e-book foi desenvolvido com base em um conteúdo leve e de fácil entendimento, sem enrolação e sem papo furado, com o único objetivo de tornar o empreendedor capaz de desenvolver um Plano de Negócios claro, objetivo e moderno.
Antigamente, os Planos de Negócios eram enormes e cheios de informação irrelevante. Mas hoje tudo mudou! É preciso ter um documento moderno e adaptado às necessidades do mercado. E neste e-book você encontrará o caminho para desenvolver o seu da forma mais simples possível.

Aprenda a fazer um Plano de Negócios de sucesso hoje mesmo!

E book Como fazer Plano de Negócios   Lançamento!
Com as dicas deste e-book você será capaz de analisar o cenário em que sua empresa vive, coletar informações, montar relatórios e apresentar sua empresa para investidores de forma profissional. Experimente hoje mesmo.

Veja o que você encontrará no e-book

Neste e-book você encontrará conteúdo relevante e de qualidade sobre Plano de Negócios, bem como um passo-a-passo detalhado para você criar o seu próprio Plano. Entre outras coisas, você encontrará:
  • Dicas para criação e montagem do Plano de Negócios;
  • Listas com principais erros a se evitar na elaboração;
  • Passo-a-passo detalhado de um jeito que você entende;
  • Instruções sobre como implementar o seu Plano;
  • Dicas de software para criação do seu Plano de Negócios;
  • E muito mais!
Aproveite agora mesmo nossa oferta exclusiva de lançamento e adquira o seu e-book pelo botão abaixo (preço especial).
E book Como fazer Plano de Negócios   Lançamento!

Por que utilizar um Plano de Negócios?

O Plano de Negócios é um documento utilizado para planejar um empreendimento, seja ele um novo negócio ou não, a fim de traçar uma estratégia de ação futura para esta empresa. É a descrição do planejamento da empresa de A a Z, desde a missão até o balanço dos índices financeiros.
É uma ferramenta que auxilia o empreendedor a planejar sua empresa e, também, a geri-la no futuro. O Plano de Negócios funciona, também, como um documento informativo sobre a empresa para investidores, futuros sócios, bancos de financiamento etc.
Confira algumas das principais funções de um Plano de Negócios:
  • Testar a viabilidade de um novo negócio;
  • Captar recursos financeiros para uma empresa;
  • Informar com precisão sobre o negócio da empresa;
  • Dar credibilidade à empresa;
  • Conferir orientação estratégica aos gestores;
  • Organizar informações importantes sobre o negócio, suas estratégias etc.;
  • Conquistar novos sócios para o negócio.
Se você quer alcançar grandes resultados com sua empresa e torná-la ainda mais profissional, é preciso ter um Plano de Negócios matador. E é exatamente isto que ensinamos neste e-book!
Adquira hoje mesmo seu exemplar e inicie seu Plano de Negócios. Garanta um futuro de sucesso para sua empresa!
E book Como fazer Plano de Negócios   Lançamento!  
Obs: Este livro digital será disponibilizado direto no e-mail do comprador, sem nenhum tipo de entrega física ou cobrança de frete.